quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Sumário do dia 24/10 - Bruno Marrão

 A modificação da perceção do mundo de acordo com a nossa experiência subjetiva através das paixões positivas e negativas (o estar vivo é uma variação entre estes dois tipos), mas também através de fatores ligados à cultura ou à época.

 

 Os diferentes géneros de modificações que se encontram codificados segundo uma linguagem própria do seu espaço, por ex.: a literatura, o humor, a filosofia, a poesia, entre outros.

 

 A dificuldade de catalogação de uma obra tendo em conta a diversidade de géneros contidos nela: “Fragmentos de Um Discurso Amoroso” de Roland Barthes é um exemplo de uma obra na qual o autor faz uma análise de diferentes textos filosóficos ou da literatura sobre o amor dificultando essa catalogação pois parece ser uma junção de um comentário e de uma opinião.     

 

 Leitura do texto “Um Pincel que é nosso: Tafas” de Bustos Domeq: trata-se supostamente de um texto que faz uma homenagem e um elogio fúnebre a Tafas - a literatura enquanto a fixação objetiva de uma fonte que contrariamente à voz é uma fonte temporária que desaparece. Apresentação deste texto como exemplo de um tipo de narrador de pouca confiança porque ele centra-se numa coisa que o leva a divagar esquecendo-se do principal e do importante que é precisamente a homenagem.  

 

 Apresentação de uma BD do sucedido no partido LIVRE:

     - A BD enquanto infografia no sentido em que descreve factos que não só se apresenta enquanto leitura literal, mas também enquanto leitura visual.

     - A importância dos elementos visuais enquanto tentativa de transmitir uma mensagem e de influenciar a perspetiva do leitor: a associação das cores, das posturas dos deputados em causa a estados de comportamento

     - A leitura visual enquanto possibilidade da identificação de preconceitos por parte do autor em causa.

 

 Leitura da “Arte Poética” de Adília Lopes – a arte poética consiste num ensaio por parte de um autor ou autora na sua opinião relativamente ao modo como se deve escrever poesia.

 

 A importância de um desvio do caminho habitual ou da zona de conforto relativamente à literatura que permite uma flexibilidade ao leitor enquanto elemento de suporte à compreensão de outros pontos de vista.

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