- A
experiência de leitura, que proporciona facilidade em identificar ‘as
brincadeiras’ realizadas com o texto (ironias, erros propositados, etc.);
- O improviso, a novidade, na arte que gera
aplausos pelos bons adversários.
- Definição
de obras de arte como aquilo que é raro, perfeito e ultrapassa os considerados
melhores;
- A
elegância do texto ensaístico e o brilhantismo da escrita de autores,
como: Fragmentos de um discurso amoroso, Roland Barthes; O Barroco,
de Eugénio D’ors e a Biografia del Caribe, de Hérman Arceniegas;
- Apresentação
do primeiro grande romance depois do 25 de Abril: O que diz Molero,
de Dinis Machado;
- Visionamento
de uma gravação, do professor, da rua Alexandre Herculano, que mostra as portas
de um restaurante oriental, numa noite de chuva, com o objetivo de mostrar
que a ficção é mentira, falsidade;
- A intertextualidade em Camões e o
‘plágio’ de Ricardo Araújo Pereira, num anúncio televisivo.
- A genialidade de isolar e
transformar o banal, o rotineiro;
- A importância do olhar, da atenção,
do artista para encontrar matéria, isolá-la e transformá-la.
- Os
‘erros’ propositais do autor, para efeitos de sentido, musicalidade e
forma (métrica e rima);
- Visionamento
de uma reportagem investigativa (acerca do desabamento de um edifício na Flórida),
a qual demora a ser feita e possui muita informação, que é concentrada em
apenas 20 minutos de transmissão televisiva;
- A composição de uma história que é
feita de partes de acontecimentos, ou seja, são colocados num enredo,
isto é, a transformação do caos, em cosmos, da selva em jardim;
- A condensação de informação dentro
de um espaço previamente designado.
- A
característica distinta nos mitos, que torna uma versão do acontecimento
diferente da outra.
- Exploração
do mito Fio da Ariadne, o qual explora a ligação do humano com o
mundo, um elemento abstrato o qual faz com que o humano não tenha medo do
desconhecido.
- Leitura
e explicação do texto do Tafas, de Borges.
- A busca pelo essencial no texto
escrito;
- O explorar do acessório em um texto;
- Exploração do conflito central e da
ironia, cuja responsabilidade é formar o tom humorístico;
- A familiaridade com a leitura que
nos permite perceber as peculiaridades do texto.
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