O que foi abordado na aula de hoje (26/09) foi o conceito de foco; mais precisamente, o seu caráter pessoal e circunstancial. Aquilo que merece o nosso foco depende não apenas do que está sob análise, do momento e do contexto da análise, mas também de quem está analisar. O que esteve em causa foi, no fundo, o problema da identificação: porque é que nos identificamos mais com uma pessoa e menos com outra? Porque é que nos identificamos com uma ação, mas não com outra? Do que é que está dependente essa identificação? Porque é que, dessa identificação, surgem, vindos da mesma pessoa, interpretações diferentes para casos semelhantes, onde num caso pedimos complacência e noutro clamamos por rigor? A aula procurou entender melhor estas questões e expandir as possibilidades de compreensão deste problema.
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